A taxa de desemprego no Brasil caiu para 5,3% no trimestre de junho a agosto de 2026, ante 5,6% nos três meses encerrados em maio. O número de pessoas sem trabalho recuou em 281 mil, chegando a 5,8 milhões.

A população ocupada atingiu 103,5 milhões de pessoas, recorde da série histórica. Desse total, 39,5 milhões eram empregados do setor privado com carteira assinada, também o maior contingente da série. A taxa de informalidade ficou em 37,5%.

O rendimento real habitual foi de R$ 3.777: ficou estável em relação ao trimestre anterior e cresceu 3,7% em um ano. A massa de rendimentos chegou a R$ 385,6 bilhões, o maior valor da série.